Um dos flagelos da
humanidade chama-se solidão... Mas o que é a solidão? Seria a ausência de
companhia, de pessoas à nossa volta? Seria estar longe das civilizações?
Mais grave do que
estar só é sentir-se só. Duas pessoas que vivem situações parecidas poderão ter
comportamentos diferentes. Enquanto uma é infeliz, a outra sobrevive, e bem.
Solidão, mais do que
estar só, é a insatisfação da pessoa com a vida e consigo mesma. É precisar da
multidão à sua volta, por não perceber que pode bastar-se por si mesma, desde
que descubra a riqueza do seu interior. A solidão nasce da insegurança e da
necessidade de sentir-se amada, porque ignora que o grande truque é amar.
Cabe analisar quem
são as vítimas da solidão... Eu responderia que são os que não lutam, que nada
realizam, não amam, não vivem...!
Quem se fecha em seus
problemas, em suas mágoas, melindra-se facilmente, autoflagela-se e inutiliza
preciosas oportunidades de realizações importantes. Deus não pode ocupar-se com
os que insistem em ser infelizes. Deixa primeiro que despertem e valorizem a
vida, para depois enviar-lhes a ajuda que possam compreender.
O antídoto para a
solidão, mais do que os antidepressivos ou os divãs dos analistas, é a
ocupação. De qualquer tipo. Trabalho profissional, trabalho de lazer, trabalho
de amor ao próximo.
Quem se achar em sofrimento, procure ser útil.
Quem vive gastando o tempo para reclamar de má sorte,
experimente aplicar as horas tristes no trabalho.
E como catalisador para esse entendimento não podemos
desprezar um agente eficaz contra a solidão: a tarefa na seara do bem...
Ensina Bezerra de Menezes? "FAZER O BEM FAZ MUITO
BEM!"
Pense nisso e viva melhor!!!
Ivânio Lima Martins
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