Dizem que devemos deixar livres as pessoas que amamos e que se elas voltarem é porque as conquistamos se não, é porque nunca as tivemos.
Penso que as pessoas são como borboletas...
Vale ressaltar que existem várias espécies de borboletas.
Há aquelas que necessitam da experiência, então provam dela, mas no fim, percebem que não era tão boa quanto imaginavam...
Há outras que vão a busca e quando encontram algo mais atrativo e seguro, acabam por lá.
Existem umas que acabam se perdendo porque se deslumbram com o que encontram, mas quando o encanto acaba e elas desejam voltar, já é tarde demais e isso as torna infeliz...
Outras vão embora e percebem que encontraram o que realmente queriam... E aí é definitivo, essas não voltam!
Há aquelas que vão, mas não se agradam e sentem falta do lugar onde se encontravam antes.
Mas, a espécie mais rara e feliz, é aquela que nunca nos abandona... Pois entende quando precisamos dela por perto... Essa não precisa experimentar o que existe lá fora, pois já encontrou tudo que mais queria, só que não estava conseguindo perceber... O amor!
Ivânio Lima Martins
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