Sempre tive a aparência de quem acertou, e só eu saberei dizer se foram os chamados acertos necessários...
Sempre tive a aparência de quem falhou, e só eu saberei dizer se foram as chamadas falhas necessárias...
Sabe o que eu quero de verdade? Quero jamais perder a sensibilidade, mesmo que às vezes ela arranhe um pouco a alma... Creio que sem ela, não poderia sentir a mim mesmo...
Hoje, nada posso garantir, afinal sou a única prova de mim mesmo...
Agora, nesse instante, a única verdade é que vivo!
Sinceramente, eu vivo!
Quem sou?
Bem, isso já é querer demais....
Afinal eu, você, nós... todos nós, somos uma caixinha de surpresas...
Ou não?
Ivânio Lima Martins
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